É pra todo mundo cantar junto
9 novembro, 2011
Três grandes shows da 9ª Festur estão voltando a se apresentar no maior evento de Salvador do Sul. Nenhum de Nós, The Travellers e Os Formigos já realizaram shows no maior evento do município, e este ano são atrações confirmadas para a festa que começa no próximo dia 11 de novembro.
A banda gaúcha de pop/rock Nenhum de Nós esteve na programação da 4ª Festur, realizada em 2001, e na época, estava lançando pela Sony o álbum “Histórias Reais Seres Imaginários”. É desta safra de três discos em cinco anos que vieram “Vou Deixar Que Você Se Vá” , “Paz e Amor”, “Da Janela” , “Você Vai Lembrar de Mim” , “Amanhã ou Depois” e “Eu Não Entendo”. Em 2011, a banda sobe ao palco no dia 14 de novembro, às 24h, e promete ser inesquecível ao público. Além dos clássicos, como “Camila Camila”, “Astronauta de Mármore” e “Julho de 83”, os integrantes trarão o novo repertório do álbum “Contos de água e fogo”, lançado em 2010 e que chegou às lojas em abril deste ano, quebrando um jejum de seis anos sem lançar repertório novo. “Olhando em retrospectiva foi realmente um intervalo grande, mas nesse período exercitamos nossa criatividade em nossos arranjos e amadurecemos a ideia de nosso novo projeto, que resultou nesse novo disco”, explica Carlos Stein, um dos guitarristas do Nenhum de Nós.
“Ultimo Beijo”, single oficial do novo lançamento, sucedeu ao single “Outono Outubro”. A canção “Último Beijo”, assim como a famosa “Camila Camila”, remete a alguma vivência dos integrantes da banda. “Quem nunca teve a sensação de que algum beijo seria o último? Que seria um beijo de despedida? Acho que se trata de um sentimento mais genérico. Camila é mais específica, mas Último Beijo fala também de algo que certamente aconteceu conosco”, sintetiza. As canções inéditas também farão parte do repertório escolhido para o show em Salvador do Sul. “Tocaremos as músicas que nos fizeram conhecidos e que as pessoas gostam de cantar, e também tocaremos algumas músicas do disco novo”, afirma Stein. Mesmo com a ansiedade do público, o guitarrista não revelou mais detalhes. “Não posso adiantar surpresas, não é?”.
A “Contos de Água e Fogo Tour” já passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Ouro Preto, Porto Alegre, Belo Horizonte, entre outros. Agora, em Salvador do Sul, durante o maior evento do município, a banda dos gaúchos de Porto Alegre vem para cá cheios de lembranças da última vez que estiveram por aqui, há cerca de 10 anos. “Tocar no Vale é como tocar em casa para os amigos”, simplifica Carlos. Ao mesmo tempo, o baterista da banda, Sady Homrich, tece ainda mais elogios ao município. “Dez anos e quase mil shows depois ainda lembro que estávamos na turnê do CD Paz e Amor e que o show foi muito bacana. Outra coisa que não esqueci foi a gastronomia, o almoço no hotel que fica no alto de uma colina foi especial”, recorda-se Homrich, referindo-se ao Hotel Candeeiro da Serra.
Já a banda country The Travellers volta pela terceira vez à Festur, após participar da 5ª e 6ª edição. Um apelo do público da região, que se identifica com o gênero, do country/rock, que leva sempre milhares às apresentações da banda que já tem 15 anos de estrada. “A banda atinge públicos de todas as idades – do neto ao avô”, simplifica a banda. Esse respaldo foi notado de maneira ainda mais forte nas vezes em que a banda se apresentou no município. “Uma lembrança bem forte foi a participação do público infantil, interagindo em cima do palco conosco nas últimas músicas do show”, reiteram. Segundo os integrantes da banda, eles gostam de interagir com os fãs e prometem atender a todos após o show, para fotos, autógrafos e opiniões. Com três CD´s gravados, os The Travellers são conhecidos pelas interpretações do rock, country-rock, e do estilo folk, como Alabama, Bob Dylan, Simon & Garfunkel, George Strait, Doobie Brothers, entre outros. Na Festur, a banda vem renovada, com um show diferenciado, novas canções e mantendo as músicas eternizadas pela The Travellers, como “Mississipi”, “Dust in the wind” e “Have You Ever Seen The Rain”. “A Festur é uma festa com uma grande diversidade cultural, conta com muitas atrações musicais nacionais e regionais, uma estrutura física bem organizada, o que proporciona ao público-alvo muito divertimento”, elogia a banda.
E os irreverentes Os Formigos, que em 2009 estiveram na 8ª Festur, tiveram a sua presença requisitada, principalmente após suas aparições na mídia nacional. Com o chamado rock cômico, nos moldes do que foi o grupo dos Mamonas Assassinas, a banda faz interpretações de músicas bem conhecidas do público, e vestem-se com fantasias que arrancam risos do público. Ou seja, diversão e música para todas as idades.
O presidente da 9ª Festur, Edelson Holdefer, afirma que o retorno das bandas deve-se ao perfil do público que visita a festa. “Não adianta colocar, por exemplo, hip hop ou música clássica”, explica Holdefer. Segundo ele, a aceitação do público remete a essas bandas. Para Ricardo Hergomuller, que esteve no show do Nenhum de Nós em 2001, o retorno da banda será uma bela apresentação. “Em 2001, Nenhum de Nós era uma banda que estava em alta na mídia, pois suas músicas eram muito bem aceitas onde eles se apresentavam, era um show onde uma criança de 12 até pessoas de 70 anos podiam acompanhar e gostar”, diz Hergomuller.
O também espectador do show em 2001, José Recktenwaldt, também elogia a apresentação da banda de pop/rock gaúcho. “Pra mim foi um dos melhores até hoje na programação da Festur”, diz Recktenwaldt. Ricardo, também conhecido como Bodão, lembra da pontualidade da banda, item indispensável e que agrada em cheio ao público. “Entraram no palco na hora marcada tocavam seu tempo previsto. Enfim um show gostoso de ser acompanhado”, simplifica. O repertório do Nenhum de Nós é mais um motivo da procura pelo show por pessoas de todas as faixas etárias, e a banda sabe disso. “As pessoas se sensibilizam com nossa música por diferentes motivos e temos o privilégio de perceber pessoas de quase todas as idades em nossos shows. Cada uma delas nos conta razões diferente para estar ali e não raro, nos surpreendemos com seus motivos”, finaliza o guitarrista Stein.
Novidades da Festur
24 agosto, 2011
O maior evento de Salvador do Sul deixa em polvorosa muita gente, da cidade e da região. A Festa do Turismo, que está em sua nona edição e acontece desde 1995, vai trazer algumas novidades. Inicialmente teremos a primeira Mostra de Automóvel, quando, segundo o presidente da festa, Edelson Holdefer, quatro concessionárias já estão confirmadas. A exposição será em um espaço de 1000m² de área coberta.
Falando em área coberta, estarão a venda ingressos também para camarotes. A idéia também é inédita para essa edição da festa. Os camarotes, dez ao todo, terão espaço para cada um, catorze pessoas. Serão construídos no pavilhão aberto, para quem conhece, será no local onde costumeiramente as Voluntárias tinham a sua cozinha. Ainda, para os shows, em volta do pavilhão uma área ficará coberta, com 700m². Assim, as quase inevitáveis chuvas que acometem a cidade geralmente nos dias da festa não serão um problema.
Agora o que a maioria anseia por saber é quais serão os shows da programação. Teremos as figurinhas do momento do sertanejo universitário, com as duplas Lucas e Felipe e Eric e Matheus. Estou divulgando dois vídeos deles, mas eu mesma não conhecia. Claro, isso não traduz um problema pra mim, porque eu, assumidamente, conheço muito pouco do universo sertanejo.
Para os amantes da música gaudéria, a presença do Grupo Rodeio, no domingo, dia 13 de novembro. Aliás, vale destacar que a festa será entre os dias 11 a 15 de novembro. Na segunda-feira, estará de volta a Salvador do Sul a banda Nenhum de Nós. Se não me engano, em 2001 eles estiveram na Festur. Inclusive eu vivia a minha época adolescente tiete e fã só de banda gaúcha de pop/rock, ou seja, tirei foto com os caras no camarim. Dá um desconto, eu tinha 15 anos. Depois disso, vi Nenhum de Nós algumas trocentas vezes na região. Mas nos últimos anos eles tem desaparecido, e voltado de um ano pra cá nas rádios novamente.
A banda Nenhum de Nós esteve no programa Altas Horas, do dia 23 de julho, apresentando seu 14º álbum “Contos de água e fogo”, e cantando também suas músicas de sucesso, como Camila. Na oportunidade, ele até contou que a sua inspiração para a música foi numa colega de escola. Vê só, tantos anos que conheço a banda e eu não sabia dessa história.
Ainda, a excelente banda Blue Label, de Salvador do Sul, fará a abertura do show do Nenhum de Nós, com muito rock anos 60, 70 e 80. No mesmo dia também teremos a apresentação da banda Os Formigos. Na última Festur, de 2009, eles estiveram em Salvador do Sul. Segundo a comissão da festa, muitos pedidos favoreceram o retorno da banda. Os Formigos fazem apresentações com músicas de rockomédia, como eles mesmos definiram em seu site.
Por fim, a secretaria da Cultura garantiu que haverá novidades nas instalações do parque, com destaque para um plano de paisagismo. Sem contar que estão estudando incluir mais pratos típicos da cultura alemã, além do tradicional Café Colonial, oferecido pelas famílias da Rota Colonial da Linha Stein.
Na sexta-feira, 26 de agosto, teremos o lançamento oficial da 9ª Festur, com apresentação do logo, dos trajes novos das soberanas, e demais informações sobre a programação completa da festa. Logo mais, quando eu souber das novidades, estarei divulgando no blog. Afinal, a Festur é um momento importante para nosso município e deve traduzir principalmente o engajamento de todos pelo sucesso do evento.
Amy e seu legado
25 julho, 2011
O primeiro contato que tive com a música de Amy Winehouse não poderia ser diferente da maioria: “They tried to make me go to rehab, But I said ‘no, no, no’”. Sinceramente, não gostei dessa canção e nem sabia quem cantava ela. Mas, acabei ouvindo mais do seu álbum Back to Black e confesso que passei a gostar muito. Me divertia com a banda dela, os backing´s eram simplesmente demais, e a voz dela, caramba, maravilhosa.
Não contribuí com a fortuna dela porque não comprei o CD original (#vergonhalheia), mas acabei baixando diversas músicas do segundo álbum, e acreditem, desconsiderei Rehab. Na real, minha predileta é You know I´m no good, que já assisti diversas vezes no youtube, tanto na versão divulgada como clipe, ou em apresentações dela pelo mundo.
Cogitei de assistir Amy em Florianópolis no início deste ano, mas o preço e a decadência da moça me fizeram dar valor ao meu rico dinheirinho. Hoje até me arrependo, hehe. No entanto, lamento a morte dela pela grande intérprete e compositora. Mas sinceramente, ela já tinha sido perdida há bastante tempo, com todo seu envolvimento com drogas.
Não costumo dignificar e glorificar ninguém que opta por esse tipo de vida. Com 27 anos, ela foi encontrada morta em Camden Square, em Londres e entrou para o seleto clube dos 27. Uma das maiores cantoras de jazz da atualidade se reuniu aos ídolos do rock, como Kurt Cobain, Jimi Hendrix e Janis Joplin, que tinham em comum a vida polêmica, o álcool e as drogas.
Para mim, a ideologia deles deve ser como Benito Mussolini dizia, de que é melhor viver um dia de leão, do que cem anos de cordeiro. Salvem-se as exceções, a maneira como se finda a vida de quem acha que pode fazer o quiser e que não tem nada a perder, geralmente não questiona o sentimento de quem está à volta. Comparar os ídolos da música com um fascista não tem nada haver, mas degradar o próprio corpo também deveria ser considerado uma atrocidade de grandes proporções. No fim das contas, Amy Winehouse é mais um exemplo das escolhas erradas. Infelizmente perde-se o talento e ganha-se uma reflexão.
Muito pop pra todos vocês
16 março, 2011
Com um show de pouco mais de meia hora da banda gaúcha Chimarruts, começaram os trabalhos do Pop Music Festival, em Porto Alegre, ontem à noite. E assim, gradativamente foram se apresentando os shows reservados para essa terça, e na mesma ordem da minha preferência.
O show da banda americana Train, para mim só valia pelo single Hey Soul Sister, realmente a única música que eu conhecia de antemão. Porém, a banda, que existe desde 1994, tem um excelente show, dançante e o vocalista, bastante eclético, até cantou uma música com pegada country, She´s on fire. Chamou, para essa performance, seis gurias do público, e ele as definiu como trainetes, as fez dançar de maneira sensual e entoar o refrão da música. Ainda, passeou no meio do público, tirava e colocava a camisa e soltava piadinhas do tipo, “eu sei que vocês não conhecem a letra dessa música”. Surpreendeu-me e a banda superou as expectativas da maioria. Souberam trabalhar bem o lado desconhecido.
O público que circulava pelo estacionamento da Fiergs revelava alguns que tinham na cara, vestimenta e atitude por qual show estavam ali: Ziggy Marley. Dreads, saias longas, camisetas do Bob Marley eram quase no mesmo número das camisetas com o rosto da principal atração. Mas eu disse quase. Eu estava curiosíssima pelo show do Ziggy, esperava a atmosfera reggae de raiz, que só quem é da família do pai desse ritmo pode trazer realmente. Tomorrow People começou, e ninguém mais parou de dançar. Levanta os pés do chão, braços para o alto, luzes nas cores da bandeira da Jamaica. Clima perfeito. E claro, enlouquecedor foi ouvir Is this Love. Sorrisos surgiram instantaneamente, e parecia que a vontade de todos eram se abraçar e só cantar a plenos pulmões esse sucesso eterno do pai do reggae. Claro, algumas músicas mais desconhecidas do Ziggy também apareceram, mas o que todo mundo cantou e dançou foram True to Myself e Love is my religion. Pelo menos foram essas as minhas favoritas da noite, e isso coloca o show do Ziggy como o segundo melhor do dia, mas juro que ficou só meio ponto atrás dela…
Ela, isso mesmo, o show mais esperado: Shakira. Brasileiros tem uma simpatia por essa cantora colombiana, que toda vez que pisa aqui, move multidões. E ela sabe disso, até fala português, claramente. Poderia definir ela em três palavras: linda, sexy e simpática. Logo no início, caminhou entre o público, envolta num vestido cor-de-rosa, cantando a triste Pienso en Ti. Mas foi só subir ao palco, tirar toda aquela roupa e se apresentar ao estilo Shakira, barriguinha de fora e muito requebrado.
Ganhou o público logo de cara ao dizer que só queria que todos se divertissem e que naquela noite era gaúcha! Adivinha se os ximangos e maragatos não iam morrer de amores por ela no mesmo instante. O show inteiro foi especial, performances, dança, conversa e interação direta com o público. Ela também levou “gúrias” ao palco, na pronúncia dela, e arrebentou pedindo que as meninas requebrassem as cadeiras, falando sempre em português, ao som de Whenever Wherever.
Amei ouvir Te Dejo Madri, pois a performance foi uma explosão, ninguém ficou parado. Si Te Vas, Ojos Así também foram grandes momentos. E no momento que apresentou Gypsy, que levou cerca de 10 minutos, encantou pela coreografia e o uso da gaita de boca, a mesma que usa no clipe. Confesso que preferia ouvir essa música em espanhol, Gitana. Mas a coreografia, com toda sensualidade da dança cigana, foi espetacular.
Falando em dança, Shakira é mestre em tudo que remete à cintura. Mostrou de tudo, de dança do ventre, a cigana, flamenca e por aí vai. Se deitou no chão, correu para todos os lados, fazia quase um contorcionismo ao se inclinar para trás. E quando se juntava às demais bailarinas, fazia loucuras, mas quando estava sozinha mesmo é que botava os olhos do público vidrados.
Não posso deixar de falar de Loca, que é extremamente dançante. Até nos intervalos, quando tocava essa música, todo mundo já gritava. Imagina no momento do show. Não teve quem ficasse com os pés no chão. La Tortura, eu adoro, então dancei muito, só senti falta do Alejandro Sanz.. hehe.
Depois de quase duas horas, Shakira agradece ao público de Porto Alegre e se despede. Mas ninguém arredou o pé. Faltava algo, e todos sabiam o que era. E claro, quando ela retornou, Hips Don´t Lie foi energizante. Mas o que todo mundo queria era Waka Waka. Nessa hora, até tentei fazer um vídeo com a câmera digital, mas não consegui. No que eu apertei o play, comecei a pular frenéticamente. A coreografia, que todo mundo conhece, foi quase um flash mob. Todo mundo dançando e cantando muito a música que foi tema da Copa da África do Sul. Sensacional. Não poderia terminar melhor.
Infelizmente não pude assistir FatBoySlim, mas a noite valeu muito. Quem dera toda terça fosse dia de pop music. Para quem sempre foi fã de rock, pop, regaae e o que mais estiver ao meu alcance, não perco nunca mais!
Planeta Atlântida 2011
15 fevereiro, 2011
Acreditem, com 24 anos, nunca tinha ido ao Planeta Atlântida. E como disse algumas vezes, antes que eu fosse com os meus filhos, (hehe), queria e teria que conhecer o festival de música mais popular do sul do país.
E não me arrependi… Me diverti muito! Cantei, pulei e dancei. Mas é claro, posso estar sendo nostálgica, e sentindo falta daquilo que nunca participei, mas anos atrás o Planeta parecia ser melhor.
A valorização das bandas de rock e pop rock do Estado, parecia mais atrativo na época. Mas agora falam em “Planeta de todos os ritmos”… Respeito isso e admito que cantei algumas músicas do NXZero, que outrora negava saber qualquer música deles. Mas essa mistura já está presente nas rádios que eram as minhas prediletas quando era adolescente. Resta agora curtir e não ter preconceitos.
Mas devo destacar momentos que simplesmente adorei: a dobradinha Frejat e Paralamas do Sucesso – assumidamente sou fã do Barão Vermelho; Ivete Sangalo – é o axé que não consigo repudiar, ela simplesmente é o carisma em pessoa e literalmente um furacão; Chimarruts – essa é pra relembrar meus 15, 16 anos, sempre gostei deles; Charlie Brown – o cara é maluco, e a chance de ouvir muitos palavrões sem o menor constrangimento e repetir, gritando.
Depois, é chegar em casa, fazer aquela reciclagem e ouvir aquilo que a gente realmente gosta! Hehe…
Final de semana!
26 novembro, 2010
Me inspirando para um final de semana alucinadooooo! Uma musiquinha para você mexer os pezinhos aí na cadeira!
Remanescente!
4 outubro, 2010
A formatura em Jornalismo já aconteceu há um mês.. Já escrevi muito sobre isso, que vocês puderam conferir aqui no blog! Inclusive, escrevi até demais, só amigo mesmo pra ler tudo aquilo, né Camila! Hehe.. Mas agora, sem delongas, quero postar um vídeo da festa, que posso assitir, no mesmo dia, muitas vezes… Mas sempre me arranca gargalhadas!!!
A música nem estava no meu playlist, mas tocou na festa!! Serviu para darmos muitas risadas… Com vocês, Neco, em: “Ela sai de saia e bicicletinha” Hahaha!!!
Playlist
5 agosto, 2010
Nunca tive vocação para DJ, muito menos para VJ. Porém, com a festa da minha formatura chegando, quis escolher a dedo as músicas que irão tocar. Fiz um playlist que ficaram classificados como calmas, para tocar durante a janta, e animadas, para tocar na hora de requebrar o esqueleto. Obóviiiioooo né!
Mas, devido a minha falta de experiência no ramo, como acabei de mencionar, recorri a ajuda, mais uma vez, da minha grande amiga Catiusca. Ela sim, tem vocação para DJ. O pai dela é músico, tem a banda Mágica Ilusão. Quem é da região do Vale do Caí, Serra, sabe que banda é, e devem estar pensando: Bah, eles são f.., muito bons (não posso escrever aquela exclamação corriqueira né). Ou seja, a Tuta tem o talento nos genes.
Ainda, a minha queridíssima irmã também deu seu pitaco. Além de música, peço a ela conselhos desde a meia que devo usar naquele dia (brincadeirinha) até razões para minha existência nesse mundo… (virginiana, prática, mas dramática). Alguns devem imaginar… porque a Cathi pede tanto conselho para irmã mais nova dela? Sinto-me o personagem principal do filme 500 dias com ela.. Porque ele recorre a uma pré-adolescente para conselhos amorosos. Não viu o filme? Loca, porque é muito bom!
Voltando ao playlist…
A Keiti, a Catiusca, eu mesma e alguns blogs totalizaram em duas listas bem polpudas de músicas muito boas. No momento relax, calmaria, Maná, Jack Johnson, U2, Jhon Mayer, são reinantes e triunfantes. Ainda tem umas pinceladas de nacionais, claro. Maria Gadú, novata, mas especial. Skank, minha pop rock nacional favorita. Cachorro Grande e Cidadão Quem, gaúchos que não podem faltar.
E agora… Liberar geral, tira o sofá do meio da sala, solte a franga e desce até o chão! Elvis Presley (para todas as mães dançarem), Michael Jackson (porque o cara é eterno), Lady Gaga (ah ahahah Roma Roma mah mah, Gaga Uhlalahh), Village People (levantem-se macho´s men), Rolling Stones (pedras rolando, ohh yeaahh), Chuck Berry, Beatles, ABBA… Tem de tudo, tudo junto reunido (como diriam meus conterrâneos).
Quero muito que essa festa seja inesquecível para mim e para meus amigos. Tem muito mais músicas e só vão saber quem foi convidado (uh, guria má)! Mas como diria a minha grande amiga Mux, que hoje é uma alemoa de verdade (saudadona): “Não sei porque, mas as festas da Cathi são memoráveis”!
Tomara que eu não tenha perdido meu talento para anfitriã!
Ahh.. Só para curtir.. duas músicas que vão ter que tocar!!

